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Há 35 anos como ambulante, Fábio Luiz de Oliveira mantém tradição no Arraial Cultural
A Feira de Economia Solidária, realizada durante o Arraial Cultural 2026, reúne empreendedores que atuam há décadas no comércio ambulante e destaca...
25/06/2026 00h06
Por: Redação Fonte: Secom Acre

A Feira de Economia Solidária, realizada durante o Arraial Cultural 2026, reúne empreendedores que atuam há décadas no comércio ambulante e destacam o evento como fonte de renda e espaço de convivência. Entre os relatos, participantes detalham trajetórias de mais de 30 anos de trabalho, mudanças de local ao longo do tempo e a participação contínua em todas as edições.

Um dos vendedores entrevistados é o senhor Fabio Luiz de Oliveira, que trabalha como ambulante há 35 anos e comercializa seus produtos em diferentes locais, além do ponto no Tucumã. Segundo ele, a participação no Arraial é positiva.

“Para mim é muito gostoso, é muito bom. A renda ajuda muito. A gente ama o que faz”, disse.

O comerciante também relata que participa do arraial todos os anos e que nunca deixou de comparecer em nenhuma edição.

Ele afirma ainda que já passou por diferentes espaços ao longo da história do evento e cita locais como Juventus e Teatrão. O vendedor destaca que trabalha com doces, especialmente morango e maçã.

Fábio Luiz de Oliveira atua há 35 anos como ambulante e mantém tradição familiar no Arraial Cultural. Foto: Isabelle de Oliveira/Sete

Mas o trabalho não começou recentemente. Fábio conta que iniciou na atividade por meio de sua mãe, que, por sua vez, começou a partir de seu irmão. A tradição, segundo ele, vem sendo passada de geração em geração.

Sobre a trajetória no Arraial, ele acrescenta: “O Arraial marcou muito nossa vida. Moro aqui há muitos anos, construí minha família e minha estrutura através desse trabalho. Não tenho o que reclamar, só tenho a agradecer. O Arraial é muito bom e acolhe todo mundo”, relata Fábio.

Anita Festa Oliveira, mãe de Fábio, relata que iniciou sua atuação no evento nos anos 1990, trabalhando com balão a gás, algodão doce e pipoca. Ela afirma ter sido uma das primeiras a comercializar pipoca colorida na praça e diz que, atualmente, outras pessoas também vendem o produto.

Anita conta que construiu sua vida por meio do trabalho no Arraial e destaca que criou os filhos a partir da renda obtida nas atividades. Ela conta ainda sobre a perda do marido, mas afirma que continuou trabalhando no mesmo espaço.

Ao comentar o significado do evento, Anitta destaca a importância da renda gerada no período e o convívio entre os trabalhadores. “É muito bom. A equipe trata a gente muito bem, valoriza os pioneiros e os ambulantes. A festa é nota 10”, afirmou.

Ela acrescenta que o período é essencial para o sustento dos participantes e para criar conexões com outras pessoas que passam pelo evento.

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