Política Opiniões adversas
Com a prisão de maduro o Brasil de divide em opiniões
Enquanto alguns políticos celebram ação norte-americana, outros falam em desrespeito à soberania da Venezuela
05/01/2026 10h22
Por: Redação Fonte: TVC Brasil de Noticias
Ilustrativa

A ação que levou à detenção do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, por tropas dos Estados Unidos sob a liderança do presidente Donald Trump, gerou conflitos e discussões entre políticos e influenciadores tanto de direita quanto de esquerda no Brasil, especialmente nas plataformas de redes sociais.

A titular das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), fez críticas ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

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Durante uma entrevista realizada no último sábado (3), Tarcísio comentou que “ uma percepção de que o governo de Maduro não era viável. Seu impacto era negativo para a região, afetando os países ao redor e gerando repercussões para outras nações. Um governo adverso para a América do Sul em todos os aspectos”, afirmou.

Ao ser indagado sobre a recusa do governo Lula em relação à intervenção americana, Tarcísio mencionou afalta de açãopor parte do Brasil. “Essa intervenção acontece devido à inércia dos países que não assumiram a liderança do processo. O Brasil tinha a capacidade de apoiar a Venezuela. Nos últimos anos, o Brasil não exerceu a liderança necessária para guiar essa transição, permitindo que a Venezuela realmente avançasse em direção à democracia”, avaliou.

 

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Gleisi respondeu às declarações feitas no X. “Tarcísio Freitas, que usou um boné do Trump, celebrou o aumento de tarifas que ele aplicou contra o Brasil, apoiou a traição de Eduardo Bolsonaro ao país, defendeu a anistia aos golpistas condenados e agora tem a audácia de culpar Lula pela invasão dos EUA à Venezuela. É um cinismo excessivo para um bolsonarista só”, comentou a ministra.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) entrou em uma troca de ofensas com o influenciador Jones Manoel, também pela rede social X. Jones, que disputou o governo de Pernambuco pelo PCB em 2022 e obteve 0,7% dos votos, está considerando se filiar ao PSOL para concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados.

O político é reconhecido por apoiar conceitos mais extremos na sua abordagem.

 

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Informou TVC Brasil de Notícias

 

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