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Ex-presidente do INSS recebia propina de R$ 250 mil por mês, diz PF

Alessandro Stefanutto “autorizava o processamento de cadastros de filiação encaminhados pela Conafer, sem observância dos critérios legais”, afirma investigação

Redação
Por: Redação Fonte: CNN Brasil
13/11/2025 às 21h38 Atualizada em 13/11/2025 às 21h43
Ex-presidente do INSS recebia propina de R$ 250 mil por mês, diz PF
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A PF (Polícia Federal) apontou que o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, recebia mensalmente R$ 250 mil relacionados a propina. De acordo com o relatório que deu origem a mais uma fase da Operação Sem Desconto, realizada nesta quinta-feira, "quase a totalidade dos valores foram pagos entre junho de 2023 e setembro de 2024". Steffanuto foi uma das pessoas presa durante a operação realizada hojeSteffanuto foi uma das pessoas presas durante a operação realizada hoje. Segundo as investigações, o ex-presidente da autarquia era conhecido como "O Italiano". Ele receberia as propinas usando empresas de fachada.

"O valor mensal de sua propina aumentou significativamente para R$ 250.000,00 após assumir a Presidência do INSS", diz a PF.

Segundo os investigadores, Stefanutto exerceu papel de facilitador institucional do grupo por sua atuação à frente no instituto.

A investigação aponta que ele "avaliava e aprovava a manutenção dos convênios entre o INSS e a Conafer, mesmo após alertas técnicos sobre inconsistências nas listas de filiados e indícios de falsificação de autorizações de desconto".

O ex-presidente - diz a PF - também "autorizava o processamento de cadastros de filiação encaminhados pela Conafer, sem observância dos critérios legais e sem checagem da manifestação de vontade dos beneficiários" e "recebia pagamentos mensais provenientes de empresas vinculadas ao operador financeiro (Cícero Marcelino de Souza Santos), disfarçados como honorários de consultoria ou assessoria técnica".

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"O valor mensal de sua propina aumentou significativamente para R$ 250.000,00 após assumir a Presidência do INSS", diz a PF.

Segundo os investigadores, Stefanutto exerceu papel de facilitador institucional do grupo por sua atuação à frente no instituto.A investigação aponta que ele "avaliava e aprovava a manutenção dos convênios entre o INSS e a Conafer, mesmo após alertas técnicos sobre inconsistências nas listas de filiados e indícios de falsificação de autorizações de desconto".O ex-presidente - diz a PF - também "autorizava o processamento de cadastros de filiação encaminhados pela Conafer, sem observância dos critérios legais e sem checagem da manifestação de vontade dos beneficiários" e "recebia pagamentos mensais provenientes de empresas vinculadas ao operador financeiro (Cícero Marcelino de Souza Santos), disfarçados como honorários de consultoria ou assessoria técnica".

Fonte: CNN Brasil 

 

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