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Tom ameno de Bolsonaro é elogiado no PL; governistas avaliam que nada muda

Ex-presidente foi interrogado nesta terça-feira (10), no STF, em inquérito de suposta trama golpista

Redação
Por: Redação Fonte: TVC BRASIL DE NOTICIAS
11/06/2025 às 07h05
Tom ameno de Bolsonaro é elogiado no PL; governistas avaliam que nada muda
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O tom ameno adotado pelo ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), em interrogatório nesta terça-feira (10), no Supremo Tribunal Federal (STF), foi elogiado por correligionários do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados. Avaliam que ele fez bem em tentar colocar certa leveza ou naturalidade no depoimento. Um dos depoimentos mais esperados era o do Braga Netto, preso desde dezembro. Por isso, foi o único ouvido por videoconferência. Ele disse que jamais ordenou algum ataque aos chefes militares, e negou ter dado dinheiro a Mauro Cid para bancar os acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília. Disse que Mauro Cid o teria procurado, mas sem dizer a finalidade do dinheiro. Um dos depoimentos mais esperados era o do Braga Netto, preso desde dezembro. Por isso, foi o único ouvido por videoconferência. Ele disse que jamais ordenou algum ataque aos chefes militares, e negou ter dado dinheiro a Mauro Cid para bancar os acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília. Disse que Mauro Cid o teria procurado, mas sem dizer a finalidade do dinheiro. Um dos depoimentos mais esperados era o do Braga Netto, preso desde dezembro. Por isso, foi o único ouvido por videoconferência. Ele disse que jamais ordenou algum ataque aos chefes militares, e negou ter dado dinheiro a Mauro Cid para bancar os acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília. Disse que Mauro Cid o teria procurado, mas sem dizer a finalidade do dinheiro. Um dos depoimentos mais esperados era o do Braga Netto, preso desde dezembro. Por isso, foi o único ouvido por videoconferência. Ele disse que jamais ordenou algum ataque aos chefes militares, e negou ter dado dinheiro a Mauro Cid para bancar os acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília. Disse que Mauro Cid o teria procurado, mas sem dizer a finalidade do dinheiro. Um dos depoimentos mais esperados era o do Braga Netto, preso desde dezembro. Por isso, foi o único ouvido por videoconferência. Ele disse que jamais ordenou algum ataque aos chefes militares, e negou ter dado dinheiro a Mauro Cid para bancar os acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília. Disse que Mauro Cid o teria procurado, mas sem dizer a finalidade do dinheiro.

 

Fonte: Agencia Brasil

 

Informou TVC Brasil de Notícias

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